Obras no Largo 25 de Abril!!!
Enquanto as obras decorrem, ou vão parando...
os cravos ladeiam honrosamente a antiga placa ...
PARTIDO SOCIALISTA
25 DE ABRIL / 2012
Com o sentimento que me vai na alma e por paradoxal que pareça, não me é fácil passados trinta e oito anos sobre a Revolução dos Cravos, falar em nome da minha bancada nesta Cerimónia.
Creiam que estive indeciso em fazê-lo e só o respeito pela democracia e por todos quantos a exercemos neste órgão, me impeliu a avançar.
Poderá perguntar-se se isto seria assim tão difícil, para alguém com a sensibilidade politica que me é conhecida e com a possibilidade de em momento tão propicio, poder vergastar o poder que nos governa, tanto a nível central como local. É evidente que não.
Mas o facto de assim ser e sem contrariar o posicionamento do que deve ser uma bancada da oposição, que no nosso grupo dá plena liberdade aos seus membros, como tantas vezes já foi demonstrado neste órgão, seria estranho que no doloroso momento que vivemos, nos mantivéssemos calados. Tal não faz parte do nosso ADN e se mais não fora, há hoje soberbas razões para o fazer.
A saber: quando o anterior governo solicitou autorização para cometer <o quarto pecado>, vulgo PEC4, vindos dum qualquer canto da estratosfera, caiu-lhe em cima o Carmo e a Trindade, símbolos santificados, aos quais se juntou o beneplácito de Belém, nome mais mítico que os dois anteriores, local antigo de cujas redondezas se partiu para jornadas de glória, mas repentinamente transformado em contrapoder do executivo democraticamente eleito pelo povo, mas traído pela santa aliança, na qual se agruparam as esquerdas da esquerda e a direita do mais retrógrado conservadorismo, do que derivou uma salada de frutas difícil de tragar, quase se esquecendo uns e outros, que em tempos tinha havido em Portugal um 25 de Abril.
Da esquerda, cujo discurso para não variar é sempre mais do mesmo, o resultado nas urnas é consentâneo às ideias que defende. Na remota hipótese de um dia ser poder, a esquerda da esquerda teria vida efémera e nem um 25 de Abril lhe valeria, gorada que foi a experiencia socializante da ex-União Soviética, a cuja overdose repressiva, registiram os mais variados Gulagues.
Já no que respeita à direita, diz-nos a experiencia que esta executa a sinfonia com outros acordes, como bem se verifica com o actual governo, que avançou para a campanhaem andamento ADÁCIO, no dia logo a seguir às eleições passou por cima do MODERATO, para estar neste momentoem VIVACE ALLEGRO, bramindo a batuta diametralmente em oposição ao que prometeu ao povo, do qual fazem parte ainda felizmente, muitos cidadãos que viveram o primeiro 25 de Abril, cujos ideais respeitam, por acreditarem mais hoje que ontem, ter valido a pena este Movimento dos Capitães e do que ele teve de mais sublime.
Curiosidade das curiosidades e como um azar nunca vem só, desta vez tocou-nos em sorte à frente do governo um director artístico, que por acaso até tem jeito para a cantoria, mas cujo reportório só agrada a uma pequena franja da sociedade, aos poderosos como não podia deixar de ser, porque o povo, esse, não está a gostar do corridinho, o qual aplicado em roda livre como se está a verificar, é compasso que não pode ser dançado por quem já tem os bolsos vazios, nalguns casos já sem forro.
Convidando um apaniguado de Milton Friedman para dirigir esta orquestra, o maestro Gaspar como é conhecido, entregou a cada um dos seus elementos não um instrumento musical, mas a todos uma tesoura, limitando-se a ensinar-lhes uma única nota, que espero fique registada para os anais da nossa historia, como a nota da orquestra corta, corta.
Quando alguma tesoura se amolga, o problema é imediatamente resolvido, basta ir lá em baixo à beira rio, onde num casarão mora um amolador, sempre diligente para dar uma afiadela, para que a orquestra não vacile e continue a tonalidade sonora que lhe é exigiu.
Deste conjunto de executantes, vão sobressaindo alguns figurões, quiçá invejosos do protagonismo do chefe e não lhe querendo ficar atrás vão zurzindo sem rei nem roque por onde lhes dá a gana, insensíveis às milenares razões do povo.
A aplicação das medidas austeras que estão a ser impostas, nalguns casos objectivadas num tom de arrogância despropositado, em paralelo com a subversão dos ideais de Abril, por parte dos intervenientes desta peça musical, não tem o menor cabimento.
Não é mais suportável, ouvir um primeiro-ministro na Noruega dizer em inglês, que os Portugueses estão a suportar os sacrifícios que lhe são pedidos, de forma brilhante, que emigrar é a saída airosa par a vida dos jovens, que temos de cumprir custe o que custar.
Que um paranóico da extinção das freguesias não seja sensível ao sentimento demonstrado pelas populações e seus autarcas, teimosamente aplique uma lei, que mais tarde será propiciadora de desavenças entre as freguesias. Que não tenha em consideração o que viu no Congresso da Anafre em Portimão, no Salão de Congressos em Lisboa e na imemorável Manifestação do dia 31 de Março, na que foi considerada a maior manifestação depois do 1º de Maio de 1974, lá se apresentaram duzentas mil pessoas, provando de forma clara que não querem esta Reforma. E perante tudo isto, o que faz este teimoso? Não será esta personagem um caso de estudo clínico?
Como é que se pode tolerar a intransigência dum Ministro da Economia, que não aceita a evidencia da trapalhada que está instalada com a colocação das portagens nas ex-SCUT, a um preço exorbitante, que adocicou com um isco de isenção os residentes e cuja insensibilidade tanto nos está a prejudicar. Como se pode suportar por mais tempo, ouvir cada vez que o assunto lhe é colocado e ao qual só responde pela rama, não se coibindo contudo de aproveitar a ocasião para dar mais um passo em frente, numa desmedida afronta a quem como nós reside em regiões desprotegidas, onde os vários governos, todos sem excepção, nos votaram ao olvido e total esquecimento. Como se pode tolerar isto?
Como se pode assistir impávido e sereno ao que se passa na Justiça, cujo titular já entrou em confronto com meio mundo, justiça que é tão lesta a condenar os pequenos e aviltantemente permissiva aos truques e manigâncias dos poderosos, das ratazanas do regime, a quem de recurso em recurso até à exaustão dos processos, tudo lhes ser permitido para não serem condenados. A esta justiça que possibilita o FARTAR VILANAGEM, eu deixo aqui a pergunta: Justiça, para onde emigraste?
E que dizer dessa esfíngica figura que tutela o Ministério da Segurança Social, o tal que no dia da tomada de posse se apresentou de lambreta, para dias depois adquirir uma viatura de alta cilindrada, passado que foi o Show Off das duas rodas?
Esse mesmo, que anda por aí à solta vendendo a sopa dos pobres, esquecendo-se do que tantas vezes disse no parlamento enquanto deputado, querendo agora plafonar, que o mesmo é dizer, abrir o caminho para a privatização deste organismo.
E do seu chefe ideológico, que engendrou um novo entretenimento a que chama “diplomacia económica”, que lhe permite como rato previdente que é, estar à coca no barco, enquanto despacha o que nos resta do recheio do templo.
Onde se encaixam afinal todos estes senhores e tantos outros que rodeiam a côrte, passados trinta e oito anos dessa madrugada de sonho que foi o 25 de Abril.
Senhor Presidente: Em nome do meu grupo político com assento neste órgão, não tenho pejo algum em reconhecer que o mal já vem de trás, de longe, muito longe. Tão longe, ao qual não se pode esquivar o inquilino que hoje habita o Palácio de Belém, o tal que diz não ser politico, que quando o desemprego atingiu a barreira dos catorze por cento ficou surpreendido, que se lamenta da “miserável” reforma com que vai viver o resto dos seus dias, que se insurgiu contra o Estatuto da Região Autónoma dos Açores, mas nunca levantou um dedo para o regabofe da Madeira, enfim, a quem com a formação académica que tem, Portugal e os portugueses, teriam agradecido outro desempenho. Este é sem a mais leve sombra de dúvidas, um dos maiores responsáveis pelo descalabro a que chegámos, dadas as condições impares que lhe foram proporcionadas e como se o passado não lhe servisse de exemplo, permite e continua conivente com esta politica de fuga p´ra frente, que não é mais, do que a decapitação das condições de vida dos seus cidadãos.
É pois assim que temos vivido nos últimos tempos, numa deliberada catarse de amedrontamento, com a única intenção de adormecer a população, fazendo passar a ideia que o 25 de Abril não tem cabimento.
Mas tem. E tem porque ainda existe uma larga franja de portugueses que não se esquece do passado, ao mesmo não quer, não permitirá que se volte, ninguém está disposto a viver outra vez quarenta e oito anos de obscurantismo, com o peso da bota a esmagar-nos o pensamento. Que se limpem este ultraconservadores do capital, que não estamos dispostos a isto.
VIVA PORTUGAL
VIVA O 25 DE ABRIL
Pela primeira vez, a popularidade de António José Seguro é superior à do primeiro-ministro. PS também sobe nas intenções de voto, ultrapassando a fasquia psicológica dos 30%. Entre as gotas da chuva passa Paulo Portas, que continua a ser o mais popular.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/passos-e-governo-c
O PS voltou a ultrapassar a fasquia psicológica dos 30%. Na sondagem de abril do Expresso/SIC - Eurosondagem, o partido liderado por António José Seguro regista 30,5% dos votos dos inquiridos (mais 9 décimas do que há um mês) e aproxima-se do PSD - que perdeu 7 décimas e se situa agora nos 35,3%. A CDU também cresce: obtem mais 6 décimas do que há um mês, situando-se nos 9,1%.
Já o BE desce: o partido de Francisco Louçã perde meio ponto percentual, não consegue mais do que 6,4%. Mas é o CDS o mais penalizado: o outro partido da coligação governamental é mesmo o que mais perde (menos 1,3% do que em março) nas intenções de voto dos portugueses. Fica-se, agora, pelos 10,7%, seguindo em direção oposta à do seu presidente, Paulo Portas, que continua a ser o líder mais popular (com um saldo positivo de 12,2 pontos, a larga distância de António José Seguro, que tem 7,1%, e exatamente o dobro de Passos Coelho, com 6,1%).
Mas a surpresa do mês em matéria de popularidade cabe, de resto, ao secretário-geral do PS: apesar de um mês recheado de incidentes na sua bancada parlamentar, Seguro consegue ultrapassar Passos Coelho pela primeira vez. O primeiro-ministro desceu na apreciação positiva dos portugueses, não tanto, ainda assim, quanto o Governo (que perde 2,5% em relação ao mês anterior).
Também Cavaco Silva continua a cair:o seu outrora vasto saldo positivo está cada vez mais reduzido e situa-se agora nos 4,7 pontos positivos - menos 1,3% do que há um mês. Abaixo dele só os líderes dos partidos mais à esquerda: Jerónimo de Sousa tem um saldo positivo de 2,9 e Francisco Louçã de apenas 1 ponto. Apesar disso, melhoraram os seus índices de popularidade relativamente a março.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/passos-e-governo-c
Fundação do Partido Socialista (19 de Abril de 1973)
No dia 19 de Abril de 1973, na cidade alemã de Bad Münstereifel, militantes da Acção Socialista Portuguesa idos de Portugal e de diversos núcleos no estrangeiro, de entre outros países e cidades de Londres, Paris, Genebra, Suécia, Argélia e Brasil, reunidos em Congresso da Acção Socialista Portuguesa e "ponderando os superiores interesses da Pátria, a actual estrutura e dimensão do movimento, as exigências concretas do presente e a necessidade de dinamizar os militantes para as grandes tarefas do futuro, deliberou transformar a A.S.P. em Partido Socialista", aprovam, por 20 votos a favor e 7 contra, a transformação da A.S.P. em Partido Socialista.
Cara(o) Camarada,
A Comissão Nacional aprovou hoje os regulamentos eleitorais para as
eleições dos Presidentes de Federação e para as eleições de
Delegados aos Congressos Federativos.
Pela primeira vez, estas eleições serão realizadas no mesmo dia,
15 ou 16 de Junho, sendo que as Federações apenas poderão escolher
um destes dias. Ou seja, os atos eleitorais, dentro de cada
Federação, irão realizar-se todos no mesmo dia.
Para votar, os militantes deverão ter 6 meses de militância e as
quotas em dia.
ATENÇÃO
As quotas, relativas ao segundo semestre de 2011, deverão estar
regularizadas
até 2 DE MAIO, para poder exercer o seu direito de voto.
<http://vimeo.com/user10033305>
O pagamento das quotas pode ser efectuado, através de:
DEPÓSITO BANCÁRIO
Em conta exclusivamente destinada a esse efeito:
Millennium BCP
Conta PS - Quotizações, NIB: 0033 0000 4523 4162 8730 5
MULTIBANCO
Seleccione: Pagamento de Serviços
Entidade: 20132
Referência: (0000... + nº de militante), num total de 9 dígitos
Montante: mínimo aceite: € 6,00
EXCECIONALMENTE E APENAS POR CHEQUE, na sua Secção.
(A secção enviará a totalidade do montante à Sede Nacional)
Para qualquer questão, ligue para a LINHA AZUL: PS 808 201 695
Conheça e faça o download dos seguintes documentos:
Regulamento Eleitoral para a eleição dos Presidentes de
federação
<http://www.ps.pt/images/imprensa/prop_re
Regulamento Eleitoral para a eleição dos delegados aos Congressos
federativos
<http://www.ps.pt/images/imprensa/prop_re
Cronograma eleitoral
<http://www.ps.pt/images/imprensa/prop_cr
Com o intuito de esclarecer, face a noticias vindas a público nos últimos dias, sobre a extinção da EIP, dos Bombeiros Voluntários de Almeida, publicamos parte da acta da reunião da Câmara Municipal onde foi analisado o assunto.
O despacho do conselho de administração foi publicado dia 7 deste mês e de imediato gerou polémica.
Ana Manso, diretora da Unidade Local de Saúde da Guarda, demitiu o marido "em nome da transparência", dois dias depois de ter revelado que este tinha sido nomeado para ser auditor interno da unidade por ela dirigida.
A ex-deputada do PSD tinha nomeado o marido, Ricardo Pires Manso, para auditor interno da Unidade Local de Saúde (ULS) Guarda, dirigida atualmente por Ana Manso. O despacho do conselho de administração foi publicado dia 7 deste mês e de imediato gerou polémica.
Apesar de ter defendido a nomeação, referindo que Ricardo Manso é administrador de carreira, com mais de 30 anos de profissão, através de comunicado, a ex-deputada recuou na decisão e decidiu demitir o marido.
"Para assegurar todos os critérios de transparência que se exigem a uma instituição e a dirigentes de cargos públicos, a designação do administrador hospitalar Francisco Pires Manso como auditor interno da ULS Guarda foi hoje revertida, embora a sua designação tenha cumprido escrupulosamente os requisitos legais", explicou a responsável numa nota, a que o DN teve acesso.
Diário de Notícias
http://www.radioelmo.com/index
O ministro da Sáude, Paulo Macedo, afirmou este sábado que a demissão de Francisco Pires Manso, das funções do auditor interno da Unidade Local de Saúde da Guarda foi “um ato devido”.
À margem da visita de abertura oficial do novo Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, Paulo Macedo não se quis pronunciar sobre quem tomou a decisão para a polémica demissão do auditor interno. Recorde-se que a presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde da Guarda, Ana Manso, é mulher de Francisco Pires Manso, agora demitido depois de apenas 48 horas de ter sido nomeado. Paulo Macedo também não quis pronunciar-se sobre uma eventual demissão de Ana Manso. No entanto, o ministro da Saúde fez saber que está a ser preparada uma alteração à legislação em torno das regras de nomeação dos auditores internos, procurando evidenciar as diferenças de estatuto face aos auditores externos.
Correio da Manhã
Convocatória
Jantar- reunião PS Concelhia de Almeida
Horas: 20h00m
Dia 7 de março de 2012
Local: Vale da Mula
Assuntos de interesse para o município de Almeida
Confirmação de jantar até às 12h00m de quarta feira para o presidente da concelhia.
PS vota contra Lei Relvas
Depois de vermos os resultados da paixão pela austeridade do
Governo com o desemprego em 14,8% e a quebra contínua da economia,
tal como o Secretário-Geral do PS avisou que iria acontecer, e tem
vindo a avisar desde há oito meses, o Governo quer impôr a
extinção de freguesias sem olhar à realidade do terreno, e
cozinhando a lei Relvas, uma suposta reforma administrativa, nos
gabinetes e arcadas da Praça do Comércio. O País não é Lisboa e
as pessoas que todos os dias recorrem às juntas de freguesia para
ajuda e apoio não podem perder essa ajuda, que é muitas vezes a
única ajuda que lhes sobra nestes tempos difíceis.
O PS não votará contra as pessoas. O PS defende uma verdadeira
reforma administrativa, com respeito pelas realidades locais, pela
autonomia autárquica, e pela verdadeira cidadania.
O PS propõe uma reorganização do território a partir de baixo
para cima, isto é, com o envolvimento das populações. Nas zonas
urbanas e nas sedes de concelho é perfeitamente possível reduzir o
número de juntas de freguesias. Mas queremos que isto seja feito com
atenção à qualidade do serviço prestado, que melhore esse
serviço, e o torne mais eficiente, e sim, mais poupado. Mas não é
cortando o País a régua e esquadro que se consegue trazer Portugal
de novo para o caminho do crescimento e do emprego.
Posição do PS sobre a Reforma da Administração Local
O Partido Socialista não aceitará uma reorganização
administrativa desenhada nos gabinetes do Terreiro do Paço e imposta
às populações e considera necessário alterar a Lei Eleitoral para
os Órgãos das Autarquias Locais.
O PS é contra a extinção de municípios, excepto se decorrer da
vontade das populações. É possível, e desejável, poupar recursos
através do associativismo intermunicipal.
No que respeita às freguesias, o PS não concorda com os critérios
de organização territorial proposta pelo Governo no "Livro Verde".
Por se tratarem de realidades distintas, deve haver um tratamento
diferenciado para as freguesias das zonas urbanas e das zonas rurais.
Nas áreas urbanas, é possível e desejável encontrar soluções
de racionalidade eliminando a duplicação de estruturas
administrativas.
Nas zonas rurais, as juntas de freguesia ainda são, em muitas
localidades, o garante da presença do poder democrático e a
entidade que representa a proximidade entre eleitos e eleitores. São
mesmo, em muitos casos, a única ligação das populações ao Estado.
Deveremos agir com bom senso e não desproteger partes do nosso
território, no interior, já tão desertificado.
O PS defende que a reorganização das freguesias, tanto nas zonas
urbanas como nas zonas rurais, deve ser efectuada escutando as
respectivas populações, tendo em conta os seus interesses e em
cooperação estreita com os autarcas de freguesia e do município.
As populações locais devem ser previamente auscultadas e
participar activamente nesse processo. A manutenção da identidade e
a introdução de maior racionalidade constituirá um equilíbrio
desejável.
O PS organizou diversos plenários com autarcas socialistas de todo
o País para debater a reforma do poder local.
O PS recusa fazer uma reforma do mapa das freguesias que se funda
exclusivamente em critérios numéricos ou em desenhos de régua e
esquadro. O PS quer olhar para a realidade nacional. Será uma forma
mais trabalhosa, que demorará mais tempo, mas que corresponderá e
respeitará as diferentes realidades do País.
O PS não aceita a redução das freguesias do interior do país
pelo critério do "número de pessoas"- o PS considera que é
importante diminuir as despesas, mas para isso não há necessidade
de extinguir freguesias que têm anos de história e fazem parte da
nossa identidade.
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