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Quinta-feira, 5 de Maio de 2016

CONVOCATÓRIA --ELEIÇÃO DO SECRETÁRIO-GERAL E DOS DELEGADOS AO XXI CONGRESSO NACIONAL

ELEIÇÃO DO SECRETÁRIO-GERAL E DOS DELEGADOS

AO XXI CONGRESSO NACIONAL

CONVOCATÓRIA

Ao abrigo dos Estatutos do Partido Socialista e nos termos do Artigo 10º do Regulamento para

a Eleição do Secretário-Geral e do Artigo 10º do Regulamento para a Eleição dos Delegados

ao XXI Congresso Nacional, convoco o Camarada para a Assembleia Geral Eleitoral da Secção

a realizar no dia, hora e local segundo a tabela constante no verso, com a seguinte Ordem de

Trabalhos:

  1. Eleição do Secretário-Geral do Partido Socialista.
  2. Eleição dos Delegados ao XXI Congresso Nacional do Partido Socialista.

Francisco César

Presidente da Comissão Organizadora do Congresso

Lisboa, 26 de Abril de 2016

NOTA: Relembramos que para exercer os seus direitos nesta eleição terá que ter

regularizada a quota do segundo semestre de 2015.

 

 

 

 

SECÇÃO     DATA      HORA                             

Almeida     20-mai        17h00 - 22h00     

LOCAL

Sede das Associações em Vilar Formoso

publicado por psalmeida às 00:31

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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016

Discurso do Ps Almeida no 25 de abril de 2016

 

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Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal, Exmo. Sr. Presidente da Câmara, Senhores Vereadores, Senhoras e Senhores Presidentes de Junta de Freguesia e Membros da Assembleia; Exmas. Senhoras e Senhores,

“ O 25 de Abril foi liberdade e foi cidadania. Como o tentaram ser antes o 24 de Agosto e o 5 de Outubro. Mas trocaram as suas bandeiras pela autoridade e pela ordem. Por isso falharam os primeiros. Por isso o 25 de Abril está a falhar! Mas quem falhará com ele será, outra vez, Portugal! A solução está em mais cidadania, mais participação dos cidadãos, mais Abril. Não em outra! “

Escrevia, há uns anos, o nosso amigo, o saudoso Augusto Monteiro Valente, Capitão de Abril, respeitando a sua memória, saúdo a todos os capitães de Abril, graças aos quais o 25 de Abril foi possível.

No final do discurso do ano passado a minha companheira de bancada finalizava o seu discurso, dizendo:

“Quarenta e um anos passaram e sejamos honestos, o sonho de Abril está em perigo.

Julgo que passado um ano, começamos a ver sinais muito positivos, que voltam a centrar a política nacional nos valores de Abril, por certo a formação de um governo legítimo, apoiado no parlamento pelas forças da esquerda portuguesa, demostra, no ano em que celebramos os quarenta anos da nossa Constituição, que há outro caminho, em que a dosagem da austeridade devem ser controlada e que não pode asfixiar um povo.

Os desafios, para uma viragem radical nas políticas até a pouco praticadas deve reconhecer que os problemas que o país enfrenta assentam sobretudo em desafios estruturais aos quais é preciso responder com uma estratégia para a competitividade que não se baseie no empobrecimento, mas que antes promova o crescimento, fomente o emprego, relance o investimento, modernize o Estado e reforce a coesão e a igualdade social. Qualificando as pessoas, promovendo a inovação na economia, valorizando o território, modernizando o Estado, capitalizando as empresas e reforçando a coesão e igualdade sociais.

Recentemente foi aprovada a missão e o estatuto da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, que tem como objectivo criar, implementar e supervisionar um programa para a coesão territorial, promovendo medidas de desenvolvimento do interior.

Promovendo a atracção e fixação de pessoas nestas regiões, a cooperação transfronteiriça e o intercâmbio de conhecimento aplicado entre centros de Investigação e Desenvolvimento e as comunidades rurais.

Vamos estar muito atentos e vigilantes porque julgamos que será a nossa última oportunidade de que se faça justiça com o interior.

 

 

Mas além das políticas do governo central, que prosseguem os valores de Abril, nós a nível local também temos muito a fazer, para que definitivamente Abril também se cumpra em Almeida, não podemos viver de promessas que ciclicamente são feitas em períodos eleitorais, que criam espectativas por vezes não concretizadas, ou então realizadas, tarde de mais, não produzindo os efeitos esperados, mas que no momento servem interesses de quem quer chegar ou manter-se no poder. 

Hoje não se pede à Administração Autárquica, que apenas se limite a ser um grande empregador, hoje exige-se uma mudança de postura com uma cultura de serviço e dinamismo, exige-se inovação, que levem a administração a ser célere, eficiente e catalisadora de investimentos privados.

Exige-se que não haja tratamento diferenciado, que não exista e que não fomente qualquer tipo de servilismo, que aceite a diferença de opinião, que valorize os órgãos autárquicos, debatendo neles todos os assuntos de interesse para o município, que não se escude em competências para impedir esse debate, com ordens de trabalho sem conteúdo, que seja transparente e justa na distribuição de apoios, que promova a fixação dos nossos jovens cumprindo a promessa da criação dos ninhos de empresas e do gabinete de apoio ao investidor, fomentando empresas que possam vir a ser polos de desenvolvimento, geradoras de emprego. Que promova verdadeiras políticas de apoio á economia social, aos setores do Turismo, do comércio e da agricultura.

Estou convicto que é possível conseguir estes objectivos, são metas pelas quais alguns de nós nos batemos há muitos anos, mas para tal é necessário, uma mudança de postura e de ideais, em que as forças progressistas do concelho, sejam as protagonistas e que definitivamente promovam o desenvolvimento do concelho de Almeida.

Minhas Senhores, meus senhores e porque sinto-o verdadeiramente digo:

Abril Sempre

Viva o 25 de Abril

Viva Portugal

Viva o Concelho de Almeida

 

25 de abril de 2016

O membro da Assembleia Municipal, eleito pelo Partido Socialista

António José Vieira de Frias

 

 

publicado por psalmeida às 16:03

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

Intervenção do PS Almeida na Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal em 25 de abril de 2015

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Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal,

 Exmo. Sr. Presidente da Câmara, Senhores Vereadores e Membros da Assembleia;

 Ex. mas Senhoras e Senhores,

 “Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos.“ Esta frase foi proferida por Francisco José Salgueiro Maia na Madrugada do 25 de Abril de 1974. Nunca esta frase fez tanto sentido.

No dia 25 de abril de 1974 ainda não era nascida. Nasci 3 anos depois. A democracia tem então quase a minha idade, crescemos juntas. A minha geração beneficiou e beneficia das conquistas de abril. As minhas palavras são em primeiro lugar para aqueles que lutaram pela liberdade. Palavras de agradecimento em nome das gerações filhas de abril. Estas conquistas traduziram-se essencialmente num bem fundamental das sociedades modernas. A igualdade de oportunidades. A oportunidade de aceder à educação, à justiça e à saúde.

 Abril conquistou a democratização do ensino e começou a produzir gerações de pessoas com uma cada vez maior qualificação, e as assimetrias de género ou seja, entre homens e mulheres têm vindo a perder algum peso, apesar de as mulheres Portuguesas serem, em médias, as que trabalham mais (ex., trabalham quatro vezes mais do que os homens, segundo relatório da ONU mulheres) e, em média, as que recebem menos. Abril lutou por uma justiça igual para todos. Abril trouxe-nos o Serviço Nacional de Saúde. Abril trouxe a esperança num futuro mais promissor, numa visão mais alargada daquilo que podia ser o país, mais estratégica;

 Mas hoje as palavras de Francisco José Salgueiro Maia devem ser recordadas. Este é o estado a que chegámos. Não existem estratégias de territorialidade; existem estratégias globais pensadas num gabinete em Lisboa sem conhecer a realidade, quer a distância seja de 15 minutos da capital (na periferia de Lisboa, repleta de necessidades e problemas vários), quer a 3 horas de viagem, no interior do país. Assim, a que se assiste hoje? Um interior cada vez mais deserto; uma periferia das grandes zonas urbanas cheias de problemas para os quais a restruturação de freguesias veio claramente agravar a acessibilidade aos serviços públicos de pessoas em situação de maior vulnerabilidade social. Um interior sem médicos, um Serviço Nacional de Saúde diariamente atacado. Um interior sem tribunais. Um país onde os jovens qualificados migram para zonas mais atrativas do país ou emigram, de facto, por falta de oportunidades e à procura de um maior reconhecimento profissional. Hoje os portugueses assistem a uma falta de estratégia total em áreas fundamentais, colocando em risco os valores de abril. Abril trouxe-nos esperança mas em Portugal continua a ignorar-se o problema da baixa natalidade. Como podemos discutir a sustentabilidade da segurança social sem apostar fortemente em políticas de natalidade? Atualmente, Portugal, é o país onde o número médio de filhos por mulher é dos mais baixos do mundo, cerca de 1.2. O discurso de austeridade é inverso à natalidade, todos sabemos disso; não há esperança na incerteza dos dias. Assumamos todos, sem exceção, esta causa como um desígnio nacional. Um país sem crianças não é um país com futuro...Um país sem pessoas qualificadas não é um país com futuro; um país sem emprego e sem uma estratégia clara voltada para o investimento não é um país com futuro. Um país nos quais os desequilíbrios entre o interior e o litoral são cada vez mais notórios não é um país com futuro. Onde estão os incentivos claros à promoção da natalidade para famílias e também para as empresas? O Estado devia ser um exemplo nesta matéria!

 Onde estão os incentivos claros para reabilitar o interior? Criem-se medidas de discriminação positiva; elas são necessárias. Portugal tem prescindido de uma geração que se tornou especialista em áreas diversas: as tecnologias, a saúde, das áreas mais criativas às áreas mais formais. Mas em todas elas uma enorme riqueza comum: o conhecimento. E o conhecimento gera uma sociedade mais crítica e mais participativa. Como pode um país não apostar numa geração na qual investiu pelo menos 20 anos?

 Quarenta e um anos passaram e sejamos honestos, o sonho de Abril está em perigo. Não depende do partido A, do partido B, depende de todos. De um esforço conjunto, verdadeiramente patriótico, porque os valores de Abril sempre existiram para defender todos os portugueses e o nosso país.

Viva o 25 de Abril!

Viva Portugal!

 

Joana Dias Alexandre (Membro da bancada do Partido Socialista da Assembleia Municipal de Almeida)

publicado por psalmeida às 23:46

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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2014

Ano Novo Vida Nova

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Boas Festas e  que o ano de 2015 seja “ ANO NOVO, VIDA NOVA”, com  esperança e muita saúde   

São os votos do  Partido Socialista do concelho de Almeida

 

 

 

 

 

publicado por psalmeida às 18:03

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Sábado, 11 de Outubro de 2014

Demissão dos incompetentes

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publicado por psalmeida às 00:53

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Resultados Eleições Primárias candidato a primeiro-ministro

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 O Resultado nas Eleições Primárias no concelho de Almeida foram:

Inscritos 120

António Costa (Mobilizar Portugal) - 42 votos (55%)
António José Seguro (Pela Mudança, Avançamos Juntos) - 35 votos (45%)

Totais Nacionais

 Inscritos                 Votantes           António Costa             António José Seguro                                              

  250 777                 177 346          120185   (67,77%)        55 927  (  31,54%)                     


 

 

Federação da Guarda

DescriçãoInscritosVotantesAntónio CostaAntónio José SeguroBrancosNulosAbstenção
Total%Total%Total%Total%Total%Total%
AGUIAR DA BEIRA 344 303 88,08% 62 20,46% 236 77,89% 3 0,99% 2 0,66% 41 11,92%
ALMEIDA 120 77 64,17% 42 54,55% 35 45,45% 0 0,00% 0 0,00% 43 35,83%
CELORICO DA BEIRA 910 673 73,96% 83 12,33% 585 86,92% 2 0,30% 3 0,45% 237 26,04%
FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO 247 177 71,66% 50 28,25% 127 71,75% 0 0,00% 0 0,00% 70 28,34%
FORNOS DE ALGODRES 381 307 80,58% 222 72,31% 84 27,36% 0 0,00% 1 0,33% 74 19,42%
GOUVEIA 391 347 88,75% 215 61,96% 130 37,46% 1 0,29% 1 0,29% 44 11,25%
GUARDA 689 512 74,31% 302 58,98% 206 40,23% 1 0,20% 3 0,59% 177 25,69%
MANTEIGAS 126 104 82,54% 74 71,15% 29 27,88% 1 0,96% 0 0,00% 22 17,46%
MÊDA 215 185 86,05% 117 63,24% 68 36,76% 0 0,00% 0 0,00% 30 13,95%
PINHEL 85 68 80,00% 41 60,29% 27 39,71% 0 0,00% 0 0,00% 17 20,00%
SABUGAL 221 118 53,39% 31 26,27% 86 72,88% 1 0,85% 0 0,00% 103 46,61%
SEIA 717 576 80,33% 222 38,54% 351 60,94% 1 0,17% 2 0,35% 141 19,67%
TRANCOSO 128 88 68,75% 49 55,68% 37 42,05% 1 1,14% 1 1,13% 40 31,25%
VILA NOVA DE FOZ CÔA 762 596 78,22% 61 10,23% 527 88,42% 3 0,50% 5 0,85% 166 21,78%

 

publicado por psalmeida às 00:44

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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014

Resultados Federação Distrital do PS da Guarda



José Albano Marques -    95,38%
 
 
Distrito da Guarda - 516 Votos
 
Concelho de Almeida - 10 Votos

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| Departamento Federativo das Mulheres Socialistas do Distrito da Guarda

Silvina Monteiro - 94,06%
 
publicado por psalmeida às 23:41

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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Eleições Primárias - Candidato a Primeiro-Ministro - 28 DE SETEMBRO

Eleições  Primárias

Candidato a Primeiro-Ministro

28 DE SETEMBRO

PARTICIPE

A vossa Escolha é a nossa Decisão

 

Informações e Esclarecimentos

A Comissão Eleitoral das Eleições Primárias 2014 disponibiliza um centro de atendimento telefónico que funciona,
todos o dias úteis, das 9:30 às 19:00 horas.
Através dos números
21 382 20 26/61
pode solicitar todas as informações e esclarecimentos relativos ao processo das Eleições Primárias 2014.


Informação e Inscrições em

WWW.PSPRIMARIAS2014.PT

 

No caso de querer fazer a sua inscrição, como simpatizante, junto da estrutura local do Partido Socialista, deverá contactar com:

António José Vieira de Frias- Telm 963322335- email -  bravo.frias@sapo.pt

publicado por psalmeida às 12:04

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Segunda-feira, 28 de Abril de 2014

Discurso sobre as comemorações dos 40 anos, do 25 Abril de 1974, na Assembleia Municipal de Almeida

Discurso sobre as comemorações dos 40 anos, do 25 Abril de 1974

 

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Almeida

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Almeida

Excelentíssimos Senhores Vereadores

Excelentíssimos Senhores Deputados Municipais

Excelentíssimos Senhores Presidentes das Juntas de Freguesia

Minhas senhoras e meus senhores,

 

Comemoramos hoje, o quadragésimo aniversário, de uma das mais belas páginas da já tão longa e riquíssima história de Portugal.

O 25 de Abril de 1974, não só marca uma viragem no nosso Pais, como, foi um movimento inspirador, para muitos outros países que, também como Portugal, procuraram democratizar os seus regimes.

Mais uma vez, e, como no passado das descobertas marítimas, o nosso Pais, volta a marcar de forma singular e com uma identidade sempre muito própria, uma página na história da Humanidade.

Porém, é sabido que ao longo destes 40 anos, foram muitos os distintos episódios que se sucederam para que hoje logremos dizer que em Portugal, se vive num regime democrático consolidado e que esta democracia não é património de ninguém.

 É sim, património de todos os cidadãos democratas que, da esquerda à direita se revêem no sistema democrático, republicano.

Citando Eduardo Lourenço, com a Revolução de Abril «nasceu acompanhada da vontade de inventar um outro destino para Portugal».

E é com Abril de 74, devolvida a soberania à Nação e da liberdade aos portugueses, segundo os princípios da soberania popular, do pluralismo político e da participação cívica, ficando lançadas as bases para um desenvolvimento visando a realização da democracia económica, social e cultural por um Portugal mais livre, justo e fraterno.

De facto, a revolução dos Cravos, também permitiu que Portugal se reposicionasse de novo, no panorama internacional.

Em destaque, o reforço dos laços com a Europa.

Reforço esse, que terminou com assinatura do acordo de adesão à Comunidade Económica Europeia no ano de 1985.

Subsequentemente, dessa adesão permitiu ao Pais, um período de expansão que, a economia portuguesa viveu até 1991,bem como, de 1995 a 2000, por via da plena incorporação de Portugal na União Económica Monetária.

No entanto essa expansão é travada pelo surgimento a nível Mundial da grande crise económica e financeira de 2007 e 2008 nos Estados Unidos.

Certo é que, com esta crise, Portugal foi arrastado por ela, sendo forçado em 2011, a pedir assistência financeira externa.

Fruto desse pedido, é notório hoje, o regresso das desigualdades, acentuadas ainda mais nos últimos 3 anos, tudo por culpa de um executivo governamental que realizou uma interpretação, neoliberal, que visou ir mais alem do memorando acordado e assinado com a Troika. Prejudicando desta forma, a dignidade do estado, do serviço publico e dos seus servidores.

Recorrendo à forma mais dura de ataque à classe média, dos aposentados, intensificando desta maneira a um aumento colectivo de pobreza.

O regresso destas desigualdades de classes, da precariedade laboral, de salários baixos, e do não aproveitamento, das gerações mais bem qualificadas das últimas décadas, apadrinharam o regresso da emigração em massa, que não se assistia desde a década de 1960 e 70.

Se nesse período, os jovens fugiam a uma guerra colonial ou à repressão de um regime que promovia uma política económica assentes na mão-de-obra barata, e desqualifica, é justo dizer que hoje assistimos ao mesmo flagelo, com o desaproveitamento de quadros de excelência ao nível da formação académica, investigação, de especialização e empregabilidade qualificada.

A tudo isto se junta a inoperância de uma actual europa que não funciona, fruto da falta de um grande projecto assente na solidariedade.

Preferindo, desta maneira, manter, um guião económico neoliberal, acompanhado e pressionado por uma Alemanha comandada pela Senhora Merkel.

É perceptível, que enquanto persistir esta política europeia assentes nestas directrizes, é certo, que iremos continuar assistir no nosso Pais, um agravamento:

  • Das assimetrias regionais;
  • Um fosso cada vez maior nas desigualdades sociais;
  • O aumento das injustiças sociais;
  • Deterioração dos direitos à saúde, educação e segurança social;
  • Destruição da segurança no trabalho; O Desaparecimento da classe média.

Fica evidente, que é o momento oportuno, de voltar a evocar o sentido humanista, social, e solidário que foram bases para o movimento de Abril.

Urge portanto, a necessidade de promover uma política democrática cuja essência da sua estrutura parta no desenvolvimento social e económico.

Começando por uma verdadeira reforma do estado e redução das suas gorduras.

Promovendo desta forma a diminuição gradual da carga fiscal, respeitando os direitos adquiridos, indo buscar o aumento da receita a uma maior tributação do capital, e consumos de luxo, e, não através da forte tributação do trabalho ou do consumo corrente das classes populares.

Devesse, promover uma rotura destas políticas que hoje são a base da governação, e criar espaço para a valorização de cultura de qualificação e mérito, assentes numa modernização, que devolva de novo a esperança a Portugal, e aos Portugueses.

Estes mesmos Portugueses e portuguesas, que no dia 25 de Abril de 1974, através do seu mais variado contributo, permitem, aclamar e defender de forma livre e democrática, os valores de Abril, da igualdade de classes, género, e cidadania.

 

Viva o 25 Abril

Viva Portugal

 

Partido Socialista

publicado por psalmeida às 15:01

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2014

40 anos do 25 de Abril

 

 

 

 

 

publicado por psalmeida às 23:04

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